1ª noite do #AxéBrasil15Anos

11:44


Com portões abertos às 16h, começou a primeira noite do Axé Brasil 2013. O festival, que completa 15 edições neste ano, se considera de volta em casa, no Mineirão. A primeira banda a se apresentar foi o Jammil e Uma Noites, que faz duas estreias: o vocalista Levi Lima e ser a primeira banda nacional a se apresentar no Gigante da Pampulha após a reforma de dois anos.

“Não é fácil tocar como primeira banda. E confesso que nunca percebi um público tão interessado em estar perto da gente. Sempre fica mais vazio no começo, mas a energia foi maravilhosa”, disse o estreante Levi Lima. “Espero que a gente tenha novas oportunidades aqui”, encerrou.



Alinne Rosa subiu ao palco pouco antes das 19h e já levantou o público que aguardava a apresentação no Axé Brasil, no Mineirão, em Belo Horizonte. Cantando os clássicos “Pensa em Mim”, “Uma Noite e Meia” e “Chama da Paixão”, a banda ainda embalou os casais com duas músicas lentas, que fizeram muita gente dançar coladinho.

No fim, para deixar o público bem no clima de carnaval, a charmosa vocalista cantou sucessos do Cheiro, como "Doce Obsessão", "Chama da Paixão", "Eu Só Liguei Pra Te Dizer" e outros sucessos.


A banda Asa de Águia preparou uma surpresa para os 15 anos do Axé Brasil, comemorados nesta edição, no Mineirão, em Belo Horizonte. O cantor Durval Lélys deu de presente para os mineiros uma nova canção que fala de futebol: “Suba no meu trio”. Aproveitando o cenário esportivo, Durval ainda falou de Copa do Mundo e da abertura do campo para receber artistas em atividades musicais.

Segundo o líder do grupo Asa de Águia, o Mineirão foi um dos primeiros estádios no Brasil a abrir espaço para shows, coisa que já acontecia fora do país. ‘Futebol e música são duas paixões brasileiras”, disse Durval. E perguntado sobre a mistura que fez do Axé com forró recentemente, ele diz “ Tudo isso é música, que é a cara do Brasil”. E acrescenta, “graças a Deus já está mais diversificada”.

Chiclete com Banana é quarta banda a se apresentar no palco do Axé Brasil, nesta sexta-feira (12) e mostra o que a experiência de 30 anos de carreira traz. Consciente dos benefícios que o tempo de estrada acarreta à banda, Bell Marques resume: “Nós somos uma das poucas bandas do mundo que conseguiu virar 4 gerações”. E sobre o sucesso neste período, a fórmula, segundo ele, é o autoconhecimento. “Quando a pessoa sabe o que quer e luta por ele, ela vence. Isso explica porque os micareteiros que os seguem tem até denominação própria: “chicleteiros”.


No fim da noite, uma homenagem ao músico Chorão emocionou os foliões no Axé Brasil 2013. Tomate dedicou seu show ao cantor morto no dia 6 de março, em São Paulo. Com sua energia contagiante, o baiano pediu aos fãs para acenderem as luzes dos celulares enquanto cantou três clássicos do Charlie Brown Jr.,  “Proibida pra mim”, “Zóio de Lula” e “O Coro Vai Comê”.
No fundo do palco, havia um telão com a frase “Este show é dedicado à Alexandre Magno Abrão”, enquanto fotografias e vídeos do cantor passavam relembrando sua trajetória. Toda a apresentação foi marcada pela empolgação que já é marca registrada do baiano.  “Minha mãe sempre tentava me trazer pra realidade, porque sempre fui muito espoleta”, conta.



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